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Grupos de Pesquisa

  • CompLin – Computação e Linguagem Natural

Líderes do grupo: Prof. Dr. Leonel Figueiredo de Alencar Araripe e Prof. Dr. Alexandre Rademaker

http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/31925

 

  • Discurso, cotidiano e práticas culturais – Grupo Discuta

Líderes do grupo: Profa. Dra. Maria das Dores Nogueira Mendes e Prof. Dr. Nelson Barros da Costa

http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0941243358751615

https://grupodiscuta.ufc.br/pt/

O  grupo  Discurso,   Cotidiano   e   Práticas   Culturais   (Grupo   Discuta) foi criado em 2001 e, a partir de 2005, passou, sob a perspectiva da Análise do Discurso de autores como Maingueneau, Foucault e Bakhtin, a dedicar-se exclusivamente ao estudo da música   brasileira   tendo   como   objetivo   realizar   um   mapeamento   descritivo   dos   diversos posicionamentos discursivos aí presentes. Para isso, o grupo tem estudado também as fundações da música brasileira em articulação com temas como identidade nacional, mestiçagem, pós-modernidade,  globalização,   interculturalidade   etc.   Desde   2003,   já   foram   defendidas   21 dissertações e 7 teses analisando a produção de diversos artistas como Adriana Calcanhotto, Antônio   Nóbrega,   Belchior,   Chico   Buarque,   Chico   César,   Chico   Science,   Dominguinhos, Ednardo, Fagner, Gonzaguinha, Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Lenine, Tom Jobim, Tom Zé, Dorival Caymmi e Criolo, dentre outros; três livros foram Organizados e dezenas de artigos publicados em livros, revistas científicas e anais de congressos. Desde 2012, se dedica também a investigar a produção   de   canções   brasileiras   para   crianças   e   as   temáticas   do  amor,   do   gênero   e   da sexualidade nas práticas discursivas da cultura. A partir de 2018, amplia seus interesses também para os Discursos sobre a língua, a ciência e a política. Promove os eventos Colóquio Discurso e Práticas Culturais – Dipracs, Encontro de Pesquisa da Graduação em Letras – EPEGRAL e Ouvindo Letras e se reúne semanalmente para discutir suas pesquisas, ouvir canções e trocar conhecimentos sobre discurso e música popular.

 

  • EDAF-L2 – Grupo de Estudos Dinâmicos de Aquisição Fonológica de L2

O Grupo de Estudos Dinâmicos de Aquisição Fonológica de L2 se dedica à realização e disseminação de pesquisas científicas sobre os processos fonéticos, fonológicos e cognitivos da aquisição dos sistemas fonético-fonológicos de línguas adicionais. O grupo também tem por objetivo formar e qualificar pessoal nas áreas de aquisição fonológica, fonética acústica, e fonologia laboratorial. O grupo se encontra no primeiro semestre para discussões teóricas, e no segundo semestre para a realização de um curso de extensão.

 

  • GEDIP – Grupo de Estudos de Discurso, Identidade e Prática Social

Grupo de Estudos de Discurso, Identidade e Prática Social (GEDIP) desenvolve estudos críticos das relações transdisciplinares entre linguagem e sociedade.

 

  • GEF – Grupo de Estudos em Funcionalismo

Grupo de Estudos em Funcionalismo (GEF) foi criado em 2001, na Universidade Federal do Ceará, e se encontra cadastrado, desde 2002, no Diretório de Grupos do CNPq. Com base teórica no Funcionalismo linguístico de diferentes vertentes (sistêmico-funcional, discursivo-funcional, cognitivo-funcional e tipológico-funcional), caracterizam-se todas as pesquisas desenvolvidas pelos integrantes do grupo – graduandos, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores – pelo interesse em investigar a língua em uso, isto é, o modo como se estabelecem, por meio da linguagem, as interações sociais em diferentes práticas discursivas.

A atuação do grupo se dá em três linhas de pesquisa: descrição do português; descrição do espanhol e ensino de língua. O grupo desenvolve o projeto Gramática, discurso e cognição: projeto integrado de descrição e análise linguística, que abriga as pesquisas dos integrantes do GEF no âmbito da UFC, pela coordenadora do projeto, Profa. Dra. Márcia Teixeira Nogueira, e seus orientandos da graduação em Letras e dos cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFC. Todas as pesquisas integradas a esse projeto e as desenvolvidas pelos integrantes do grupo assumem os seguintes pressupostos teórico-metodológicos funcionalistas: a) a língua serve a diferentes propósitos como instrumento de interação social entre os seres humanos e, portanto, não pode ser investigada como objeto autônomo, abstrato, homogêneo; b) a língua constitui um sistema semiótico, como configuração orgânica de funções relacionadas à produção de sentido que decorrem das escolhas dos indivíduos; c) a gramática deve considerar o uso linguístico efetivo, cabendo ao pesquisador analisar as funções comunicativas das expressões linguísticas; d) a investigação da língua em uso considera a integração dos componentes de análise, ou seja, a existência de uma sistematicidade entre os domínios funcionais da sintaxe, da semântica e da pragmática, sendo a sintaxe uma codificação dos domínios semântico e discursivo; e) a investigação linguística assume a fluidez das categorias decorrentes das pressões dos usos sobre o sistema gramatical.

Orientam os estudos integrados ao grupo as seguintes questões gerais de pesquisa: a) Como se caracterizam os domínios funcionais de que tratam as teorias funcionalistas quanto aos diferentes níveis de codificação linguística (ao longo do contínuo entre léxico e gramática) no português brasileiro e europeu? b) Que indeterminações de fronteiras existem entre as categorias de itens e construções, e representam um desafio para a elaboração de uma gramática de referência para o português? c) Que hipóteses teóricas, que tratam das interfaces entre gramática, discurso e cognição, têm comprovação empírica na investigação dessas indeterminações de fronteira em situações concretas de uso do português? d) Que relações de base funcional existem entre os aspectos da formulação e da codificação linguística e os aspectos sociointeracionais que caracterizam, prototipicamente, os diferentes discursos, gêneros e tipos textuais? e) Que condicionamentos estruturais, cognitivos e discursivos são empiricamente observáveis na variação e mudança linguística?

Ressalte-se que o grupo mantém intercâmbio com o Exterior, sobretudo por meio da realização de estágios de Doutorado (“sanduíche”) e de Pós-Doutorado. Cumpre informar, ainda, que o grupo tem apresentado trabalhos em eventos nacionais e internacionais da área, publicado resultados de pesquisa em anais de eventos, capítulos de livros e periódicos nacionais. Conta, até o momento, com a publicação de duas coletâneas (Estudos Linguísticos de Orientação funcionalista, em 2007; Modo e modalidade: gramática, discurso e interação, em 2011). Em novembro de 2016, com a presença dos professores doutores Maria Helena de Moura Neves, Marize Dall’Áglio Hattnher e Edvaldo Bispo, o grupo realizou o Encontro de Estudos em Funcionalismo em comemoração aos seus 15 anos de trabalho acadêmico.

Grupo de Estudos em Funcionalismo conta com uma página na web (www.gef.ufc.br) e o seguinte endereço de e-mail: gef.gr.pq@gmail.com.

 

  • GELDA – Grupo de Estudos em Linguística e Discurso Autobiográfico

O Grupo de Estudos em Linguística e Discurso Autobiográfico atua desde 2008 e tem como principais focos o discurso autobiográfico e as narrativas de vida. As pesquisas desenvolvidas pelo Grupo se concentram nas seguintes áreas:

a) Análise de Discurso;

b) Aquisição da Linguagem;

c) Gênero Autobiográfico e cultura; e

d) Práticas Discursivas.

Objetivamos compreender e analisar como a linguagem é originalmente interacional, constitutiva e formadora dos sujeitos e dos espaços sociais.

 

  • GELP – COLIN (Cognição e Linguística)

Líderes do grupo: Profa. Dra. Ana Cristina Pelosi e Profa. Dra. Letícia Adriana Pires Ferreira dos Santos

http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/13726

 

  • GEPLA – Grupo de Estudos e Pesquisas em Linguística Aplicada

O Grupo de Estudos e Pesquisas em Linguística Aplicada (GEPA foi criado e cadastrado, em 2006, no Diretório de Grupos do CNPq. Localiza-se na Universidade Federal do Ceará. Agrupa pesquisas desenvolvidas na graduação do Curso de Letras e no Programa de Pós-graduação em Linguística (mestrado, doutorado e pós-doutorado). É liderado por Eulália Leurquin (UFC) e Angélica Godim (UESPI).

Fazem parte do GEPLA pesquisadores de diversas universidades (UFPE, UFS, UFMA, IFMA, UNI7, UNIFAP, IFBA, UNILAB/BA, UNILAB/CE, UFPI, UESPI, UECE) e jovens pesquisadores com tese, dissertação e projeto de Pibic em desenvolvimento.

É de interesse do GEPLA refletir sobre questões relacionadas ao ensino e à aprendizagem de línguas, à formação de professores. Nesta esfera, tem interesse pelos temas: letramentos do professor, material didático, agir professoral, repertório didático, interação didática e ensino da gramática.

O GEPLA possui os seguintes projetos de extensão: o Fórum de Linguística Aplicada: Ensino e Aprendizagem de Línguas – FLAEL, desde 2006; o Curso Português Língua Estrangeira: língua e cultura brasileiras, desde 2012; Tradução de textos teóricos (livros), desde 2010; Oficina de produção de material didático, desde 2012 e Jornada do GEPLA, desde 2012.

Visite a nossa página na web http://www.gepla.ufc.br/

 

  • GETEME – Grupo de Estudo Gêneros Textuais: Perspectivas Teóricas e Metodológicas

O Grupo de Pesquisa Gêneros: Estudos Teóricos e Metodológicos/GETEME, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Linguística/PPGL, da Universidade Federal do Ceará/UFC, vem desenvolvendo várias atividades desde 2007.

O GETEME, atuando como grupo interinstitucional e cadastrado na Plataforma de Grupos do CNPq (http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/178896), congrega pesquisadores de diferentes instituições de ensino, acolhe estudantes de graduação, de pós-graduação, professores do ensino básico e professores pesquisadores do ensino superior, com atividades ligadas às linhas de pesquisa Práticas Discursivas e Linguística Aplicada.

O Grupo reúne-se, regularmente, às quartas-feiras, quinzenalmente, para discutir teoria e metodologia em análise de gênero, além de temas afins, desde que seja do interesse dos membros do grupo. Além dos encontros regulares para estudo, o GETEME também dá apoio aos integrantes que se preparam para os eventos e publicações.

Ao longo desses anos, os integrantes têm publicado artigos, apresentado trabalhos em eventos diversos (congressos, simpósios, seminários dentre outros). Os integrantes do grupo, de modo geral, são filiados ao Projeto do GETEME, com base no qual têm desenvolvido e apresentado suas dissertações e teses.

Vale a pena destacar que o GETEME já publicou 3 (três) livros e com os resultados de pesquisas desenvolvidas pelos integrantes do grupo e por pesquisadores convidados. Em 2020, caminhamos para a publicação do quarto livro, também focado em teorias de análise de gêneros.

Por fim, o GETEME está aberto à participação de alunos, professores e pesquisadores interessados em discutir questões relacionadas aos gêneros e seus aspectos constitutivos.

 

  • Grupo de Estudos em Representações, Linguagem e Trabalho (GERLIT)

Líderes do grupo: Profa. Dra. Pollyanne Bicalho Ribeiro e Prof. Dr. Jose Marcos Ernesto Santana de França

http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/611726

 

  • Hiperged
Hiperged é um grupo de pesquisa que congrega pesquisadores e estudantes de várias universidades e institutos brasileiros. O grupo, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGLIN), da Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenado pelo Professor Dr. Júlio Araújo, surgiu em 2006.2, como uma célula do Protexto, outro grupo de pesquisa, também vinculado ao PPGLIN da UFC.

Com o passar do tempo e do aumento do número de componentes, mais precisamente em 2007.1, o Hiperged tornou-se independente, passando a atuar nas linhas de pesquisa Linguística Aplicada e Práticas Discursivas e Estratégias de Textualização, do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFC.

O grupo promove, desde então, pesquisas e extensão continuadas sobre as relações entre linguagem e tecnologia, com atenção especial aos seguintes temas: gêneros discursivos digitais, convergência de mídias, EaD, novos letramentos, representações de si em redes sociais, multimodalidade em ambientes digitais e hipertextos, colaborando com o fortalecimento das duas supracitadas linhas de pesquisa do PPGLIN. Investindo em pesquisas nessas duas linhas, o grupo busca contribuir para construção do conhecimento relativo aos impactos das novas tecnologias na linguagem e nas práticas de letramentos, necessárias ao homem e à mulher desse século.

Em sete anos de atividades, o Hiperged já entregou à comunidade científica 10 dissertações de Mestrado e 5 teses de Doutorado, além de um pós-doutoramento. Além disso, o grupo já concluiu diversos projetos de pesquisa e extensão, gerando relatórios técnico-científicos vinculados ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) da UFC e publicações em livros e em importantes periódicos científicos.

Atualmente, o Hiperged conta com 17 pesquisadores e 34 estudantes entre pós-doutorandos, doutorandos, mestrandos, e bolsistas de iniciação científica e de extensão de 8 Programas de Pós-Graduação sediados em 11 universidades brasileiras e 1 estrangeira. Na UFC, por exemplo, há 1 dissertação e 7 teses de doutorado em andamento.

 

  • PLIP – Políticas Linguísticas para Internacionalização da Língua Portuguesa

O grupo de pesquisa Políticas Linguísticas para a Internacionalização da Língua Portuguesa-PLIP, sediado junto ao Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal do Ceará, foi criado em 2009, com o objetivo de investigar políticas linguísticas, em diferentes países, e auxiliar no processo de internacionalização da Língua Portuguesa. Para tanto, é liderado pela Professora Doutora Rosemeire Selma Monteiro-Plantin, da Universidade Federal do Ceará e conta com a participação de duas pesquisadoras externas: uma da Universidade de Évora, Professora Doutora Maria João Marçalo e a Professora Doutora Ana Diaz Ferreiro, da Faculdade de Tradução da Universidade de Granada; três doutorandas: Maria Erotildes Moreira e Silva, Marilene Barbosa Pinheiro e Regina Cláudia Pinheiro; uma mestranda, Gislene Lima Carvalho e dez graduandos da UFC, sete bolsistas (Prograd) e três voluntárias.

Tendo em vista que o objetivo do grupo é investigar o processo de internacionalização da Língua Portuguesa e promover seu ensino como língua não-materna, em sua primeira etapa, o grupo avançou na análise de material didático de Português língua não-materna; na elaboração de um glossário com os termos chave no ensino de línguas estrangeiras e no levantamento de Políticas Linguísticas Lusófonas e não Lusófonas, conforme relatório apresentado em dezembro de 2010. Dando continuidade ao trabalho, em 2011, a coordenadora do grupo foi convidada pela Universidade de Granada para ministrar uma oficina de tradução de unidades fraseológicas do espanhol para o português do Brasil, com carga horária de 15 horas, no período de 02 a 07 de junho.

 

  • PROFALA – Variação e Processamento da Fala e do Discurso: Análises e Aplicações

O grupo de pesquisa PROFALA propõe a implementação de pesquisas que visem à descrição da língua portuguesa em diferentes perspectivas, levando em conta a necessidade da utilização de corpora existentes na Universidade Federal do Ceará, para análise das variações fonéticas, léxicas, morfossintáticas, semânticas e discursivas e sua aplicação ao ensino-aprendizagem de língua portuguesa e de línguas estrangeiras, uma vez que a coleta de amostras de fala possibilita a descrição vertical socialmente estratificada das diversas camadas populacionais de zona urbana e rural e permite implantar um sistema baseado em tecnologia da informação para análise e aplicação a estudos de diversos aspectos da língua falada e do discurso.

 

  • Protexto

O grupo interinstitucional de pesquisa Protexto tem recoberto, nos últimos dois anos, três eixos investigativos: referenciação, intertextualidade e argumentação.

No que tange à referenciação, temos investido nas funções discursivas dos processos referenciais, ao mesmo tempo em que aprofundamos as leituras sobre o fenômeno da dêixis, sem deixar de considerar as introduções referenciais e as anáforas, além de termos analisado como se constroem as referências em textos multissemióticos. Este primeiro movimento de pesquisa já trouxe como ganho aos estudos o desenvolvimento de teses e dissertações, além de publicações em revistas especializadas e de orientações de pesquisa de pós-doutorado.

Em relação ao fenômeno da intertextualidade, constatações relevantes sobre as funções discursivas das relações de citação, referência e alusão foram alcançadas, com base, primordialmente, nos pressupostos teóricos de Genette (1982).

No que respeita à argumentação, as pesquisas têm incidido sobre a abordagem da argumentação com finalidades, sobretudo, retóricas, com base, principalmente, em Perelman e Tyteca (1996) e em Breton (1999), assim como em seguidores dessa vertente teórica de raízes em Aristóteles.

As pesquisas do grupo Protexto têm interesse em demonstrar como a Linguística Textual pode colaborar para evidenciar outros modos de procedimento argumentativo para além das técnicas argumentativas e das figuras retóricas. Buscamos explicar, com base na Linguística Textual e na teoria da argumentação no discurso, de Ruth Amossy, bem como na abordagem da argumentação em gêneros, de Rosalice Pinto, diferentes escolhas textuais pelas quais o sujeito age sobre o seu dizer, reelaborando-o a todo instante, negociando-o não apenas em função de seus (prováveis) interlocutores, mas também em função dos papéis sociais postos em cena durante as interações, a fim de realizar estratégias de persuasão. Ponderemos sobre as próprias noções de argumentação e de persuasão pelas quais se pautavam as abordagens teóricas herdeiras da Retórica e da Nova Retórica, assumindo o pressuposto de que existe uma forte influência das práticas sociorretóricas dos gêneros sobre os modos de tecer a argumentação em textos. Este projeto se sustenta no pressuposto de que não há discurso não argumentativo, mas graus de argumentatividade; a argumentação como um continuum, que vai de uma coconstrução de respostas ao choque de teses antagônicas. Essa suposição converge para a tese de Adam de que todo texto é argumentativamente orientado, do ponto de vista pragmático ou configuracional, e comporta representações e crenças sociais.

 

  • Semioce – Grupo de Estudos Semióticos da Universidade Federal do Ceará

O Grupo de Estudos Semióticos da Universidade Federal do Ceará – Semioce, coordenado pelos professores José Américo Bezerra Saraiva e Ricardo Lopes Leite, existe desde 2008 e reúne pesquisadores e estudantes interessados em semiótica. O grupo está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Linguística desta Universidade e dá primazia à Semiótica greimasiana em virtude do alto teor heurístico do método de análise desenvolvido em seus domínios. No entanto, por seguir o firme propósito de não compartimentalizar o saber, investe na permeabilidade entre a semiótica, em suas diversas vertentes, e outras disciplinas cujo foco de pesquisa seja a geração do sentido. O grupo mantém encontros semanais para debater temas relacionados à produção e a interpretação do sentido em textos verbais, não-verbais e sincréticos.

Em 2011, o grupo realizou o I Colóquio Cearense de Semiótica em homenagem ao semiolinguista brasileiro Edward Lopes. Em 2012, promoveu o II Colóquio Cearense de Semiótica, com a participação de vários semiolinguistas brasileiros e do belga Semir Badir, profundo conhecedor da obra do linguista dinamarquês Hjelmslev. Em 2013, trouxe ao Ceará o teórico francês Claude Zilberberg, criador da vertente tensiva da Semiótica greimasiana. Agora, em 2014, realizará a terceira edição do Colóquio Cearense de Semiótica, em homenagem ao semiolinguista brasileiro José Luiz Fiorin.

Atualmente, no nível da Pós-Graduação stricto sensu, o grupo conta com onze pesquisas em andamento, cuja orientação teórica segue os primados da Semiótica Discursiva, sendo sete de mestrandos e quatro de doutorandos.

 

  • SOCIOLIN-CE (Grupo de Pesquisas Sociolinguísticas)

Líderes do grupo: Profa. Dra. Márluce Coan e Profa. Dra. Hebe Macedo de Carvalho

http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5000856381029537

 

  • SOCIOLIN-LE (Pesquisas Sociofuncionalistas em Línguas Estrangeiras)

Líderes do grupo: Profa. Dra. Márluce Coan e Prof. Dr. Valdecy de Oliveira Pontes

http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/2405148136467474

 

  • TRADICE – Tradições Discursivas do Ceará

Líder do grupo: Profa. Dra. Aurea Zavam

http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/15251